o bem e o mal
Voltando
ao Maniqueísmo que não acho tão errado como propôs Santo Agostinho ao
apear da canoa. Entendo eu que no mundo digladiam sim, as duas forças
antagônicas: o bem e o mal. Elas representam a luta do espiritualismo
com o materialismo. Estão representadas na luta interna do
Bhagavad-Gitâ. Nós carregamos estas duas potências que buscam dominar o
nosso mísero corpo e a mente sublime. São o Thanátos e o Eros
freudianos. O nosso aprendizado envolve este confronto que nos provoca
para o desbastar da pedra bruta. Começando pelo difícil caminho da
humildade que implica no silêncio ante à agressão, submissão ante à
arrogância e o acatamento submisso ante à prepotência. E o que às vezes é
o mais difícil, admitir estes senhores como nossos instrutores e aos
quais devemos ser reconhecidos e agradecidos quanto maior for a força do
golpe. Calúnias, difamação, humilhação e o que vier devem ser aceitos e
acatados como bem-vindos. Assim, se alguém te forçar a andar uma milha, vai com ele duas. Devemos nos esforçar pela felicidade dos outros e não egoisticamente pela nossa.
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